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Orixás são os deuses africanos iorubás e representam as forças da natureza personificadas e divinizadas.

Estes deuses incorporam alguns de seus escolhidos no transe, mas isto não acontece com todos aqueles a quem eles elegem como filhos.

Alguns jamais entram em transe, o que não significa que não tenham seu orixá pessoal. Um orixá escolhe alguém como seu filho quando este nasce e sua escolha implica marcas na vida, no corpo e na personalidade do eleito. A força benigna que um orixá possui, e que ele transmite ou nega, é chamada de Axé.

A palavra axé é rica de significados, todos eles podendo ser resumidos como energia vital, força sagrada. E o axé só pode ser administrado religiosamente pela ialorixá ou pelo babalorixá, sacerdotes máximos do culto.

No Axé Ilê Obá cultuam-se, atualmente, os orixás: Exu, Ogum, Oxóssi,Obaluaiê(ou Omolu, em sua qualidade “velha”), Ossain, Oxumaré, Nanã, Oxum, Logun-Edé,Iansã,-Oiá,Obá, Ewá, Iemanjá, Xangô, Oxalá (nas formas de Oxalufã, o Oxalá mais velho - e Oxaguiã, o Oxalá mais moço) e Ibeji.Cada orixá se “desdobra” em diferentes “qualidades”, que são associadas aos vários mitos do candomblé. Por exemplo: Ogum pode ser Ogum Onirê, qualidade que se relaciona ao momento do mito em que ele chega à cidade de Irê e vive um episódio de fúria e de glória. As qualidades podem também se referir às características da força da natureza que cada orixá representa.

Cada orixá tem ainda seu sistema simbólico particular, composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, espaços físicos, horários e tabus (chamados de eós ou quizilas).

Saiba mais sobre cada orixá clicando nas imagens dos orixás ao lado.








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